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Algumas propostas:

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Nos próximos anos, os Professores de Vila Nova de Gaia vão ser confrontados com várias questões em torno da Escola Pública e é fundamental levar até ao C.M.E. uma opinião forte e transparente dos Professores do Ensino Básico.
A participação num órgão destes poderá ser mais formal que real, até porque o Conselho Municipal de Educação é demasiado grande e a representação dos docentes é relativamente escassa.
Até ao momento nunca os "nossos" representantes tiveram o cuidado de se ligarem aos eleitores.
Assim, pretendo criar um Conselho de Docentes ao nível de Gaia - encontrar um colega em cada Escola / Agrupamento que esteja disponível para partilhar ideias, reflexões, que seja capaz de obter informações sobre a sua realidade e, claro, que consiga dinamizar uma rede de contactos dentro do seu espaço. Esta proposta pretende dotar as minhas intervenções junto do C.M.E. de todas as informações, preocupações e exigências dos Professores de Gaia.
É um processo já em curso porque já…

Apresentação da minha candidatura

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João Paulo Silva, Professor na EB Canidelo - Candidato ao Conselho Municipal de Educação Eleições no dia 24 de janeiro, 6ª feira

Candidatura ao Conselho Municipal de Educação - eleições são dia 24

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O Conselho Municipal de Educação é um órgão que, ao nível municipal, deve “promover a coordenação da política educativa, articulando a intervenção, no âmbito do sistema educativo, dos agentes educativos e dos parceiros sociais interessados.
Este órgão é presidido pelo Presidente da Câmara Municipal e nele estão representados, entre outros, os docentes do Concelho:
- educação pré-escolar,
- ensino básico (1º, 2º e 3º ciclos),
- ensino secundário. Ao apresentar agora a minha candidatura para ser o Representante dos Professores do Ensino Básico no Conselho Municipal de Educação pretendo levar para este órgão as preocupações dos Docentes do concelho, intervindo em algumas áreas que serão cruciais nos próximos meses:
- Projeto Educativo Municipal; - Carta Educativa; - Rede Educativa; - Rede formativa (Parque Escolar, Mega-agrupamentos, cursos profissionais, aberta de salas da educação pré-escolar, ensino público e ensino privado, centros escolares); - Transferência de competências do Governo …

Candidatos ao Conselho Municipal de Educação (Vila Nova de Gaia)

Os Professores de Vila Nova de Gaia continuam a mostrar que são profissionais envolvidos na vida das suas escolas e atentos às questões que se relacionam com todo o Processo Educativo. Não me surpreende, por isso, o elevado número de candidatos a cada um dos três lugares que o CME destina aos representantes do Pessoal Docente.
Eis os candidatos:

Educação Pré-Escolar
- Ana Pinheiro, Agrupamento Escultor Ant. Fernandes de Sá (Gervide, Oliveira do Douro);
- Maria Clara Araújo, Ag. Escolas Oliveira do Douro nº1
- Maria de Lurdes Rodrigues, A.E. Valadares.

Ensino Básico
- Artur Vieira, Grijó;
- Clemententina Ribeiro, Madalena;
- Elsa Pinto, Soares dos Reis;
- Emília Ferreira, Sophia Mello Breyner;
- João Paulo Silva, Canidelo;
- Paulo Pimenta, Carvalhos.

Ensino Secundário
- Avelino Azevedo, Ol. Douro,
- José Fernando Machado, António Sérgio,
- Rafael Tormenta, Ol. Douro.

Até dia 14 de janeiro: Entrega das Candidaturas para o Conselho Municipal de Educação

Pode ler-se no site da C. M. de Vila Nova de Gaia:

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
Eleição dos representantes dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário das escolas públicas para o Conselho Municipal de Educação de Vila Nova de Gaia


Informam-se todos os interessados que a partir desta data, 3 de janeiro de 2014, e até ao próximo dia 14, às 17 horas, estão abertas as candidaturas para a eleição dos representantes dos docentes do ensino público de Vila Nova de Gaia ao Conselho Municipal de Educação. 
Formulário de Candidatura

Normas Orientadoras do Procedimento Eleitoral

Contra a prova, os professores de GAIA podem vencer

Parece-me que este é o momento de agir.
Vejamos:
A FENPROF acaba de divulgar um Guia Anti-prova e o SPN sugere queenviem um mail aos deputados da comissão e que, na segunda-feira, apareçam, na Vigília pela Escola Pública. Parece-me que este é, a par da via jurídica, um dos caminhos necessários para impedir a sua realização. Claro que será importante perceber de que forma os sindicatos se voltarão a entender numa Plataforma de acção comum, sendo que me parece haver da parte da FNE um problema – a agenda laranja de tomar o poder na UGT poderá complicar a unidade na acção com a FENPROF. Mas, se for essa a moeda de troca para conseguir que os sindicatos não levem a estocada final, força TSD’s. Mas, espremendo, espremendo, espremendo… Só há uma maneira eficaz de impedir a sua realização: a GREVE que os docentes dos quadros farão no dia em que ela vier a acontecer. Não consigo identificar outra forma. E, nessa, eu acredito, até porque as escolas começam a tomar posição. Se, como no ano lect…

Desespero na Escola Pública

Texto publicado no Jornal Público de 20 de novembro de 2013
A Escola Pública vive uma tensão absolutamente desesperante em torno de uma realidade que nos surge sempre pior que cada um dos nossos maiores pesadelos. Esta realidade, que Daniel Sampaio tem vindo a retratar nas suas crónicas nas páginas do PÚBLICO, mostra-nos uma Escola Pública que é, hoje, um espaço social com dificuldade em responder à sua missão, fundamentalmente, porque não consegue concretizar duas dimensões, distintas, mas essenciais, na instituição Escola: educar e ensinar.

Por economia de tempo e de linguagem vamos assumir a palavra Educação no seu sentido mais popular, na área daquelas coisas que nunca podem passar de moda: estar calado quando a função é ouvir, deixar passar as meninas primeiro, respeitar a experiência de quem leva mais tempo de caminho, o chapéu que fica fora da cabeça, o telemóvel que fica em casa ou desligado na mochila…

Acontece que a Escola não está a conseguir responder a esta exigência soc…