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Até dia 14 de janeiro: Entrega das Candidaturas para o Conselho Municipal de Educação

Pode ler-se no site da C. M. de Vila Nova de Gaia:

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
Eleição dos representantes dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário das escolas públicas para o Conselho Municipal de Educação de Vila Nova de Gaia


Informam-se todos os interessados que a partir desta data, 3 de janeiro de 2014, e até ao próximo dia 14, às 17 horas, estão abertas as candidaturas para a eleição dos representantes dos docentes do ensino público de Vila Nova de Gaia ao Conselho Municipal de Educação. 
Formulário de Candidatura

Normas Orientadoras do Procedimento Eleitoral

Contra a prova, os professores de GAIA podem vencer

Parece-me que este é o momento de agir.
Vejamos:
A FENPROF acaba de divulgar um Guia Anti-prova e o SPN sugere queenviem um mail aos deputados da comissão e que, na segunda-feira, apareçam, na Vigília pela Escola Pública. Parece-me que este é, a par da via jurídica, um dos caminhos necessários para impedir a sua realização. Claro que será importante perceber de que forma os sindicatos se voltarão a entender numa Plataforma de acção comum, sendo que me parece haver da parte da FNE um problema – a agenda laranja de tomar o poder na UGT poderá complicar a unidade na acção com a FENPROF. Mas, se for essa a moeda de troca para conseguir que os sindicatos não levem a estocada final, força TSD’s. Mas, espremendo, espremendo, espremendo… Só há uma maneira eficaz de impedir a sua realização: a GREVE que os docentes dos quadros farão no dia em que ela vier a acontecer. Não consigo identificar outra forma. E, nessa, eu acredito, até porque as escolas começam a tomar posição. Se, como no ano lect…

Desespero na Escola Pública

Texto publicado no Jornal Público de 20 de novembro de 2013
A Escola Pública vive uma tensão absolutamente desesperante em torno de uma realidade que nos surge sempre pior que cada um dos nossos maiores pesadelos. Esta realidade, que Daniel Sampaio tem vindo a retratar nas suas crónicas nas páginas do PÚBLICO, mostra-nos uma Escola Pública que é, hoje, um espaço social com dificuldade em responder à sua missão, fundamentalmente, porque não consegue concretizar duas dimensões, distintas, mas essenciais, na instituição Escola: educar e ensinar.

Por economia de tempo e de linguagem vamos assumir a palavra Educação no seu sentido mais popular, na área daquelas coisas que nunca podem passar de moda: estar calado quando a função é ouvir, deixar passar as meninas primeiro, respeitar a experiência de quem leva mais tempo de caminho, o chapéu que fica fora da cabeça, o telemóvel que fica em casa ou desligado na mochila…

Acontece que a Escola não está a conseguir responder a esta exigência soc…

Um Professor

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Presidente em Gaia:

Hora de mudar!

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E agora? Comentem, pf!

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A primeira etapa do nosso trabalho está concluída!
A Marcha aconteceu, foi participada por cidadãos de Gaia de quase todas as nossas Comunidades Educativas.
Teve uma participação significativa da Comunicação Social e já conseguimos que a Câmara Municipal, na pessoa do Sr. Vice-Presidente tivesse reagido.
Conseguimos também colocar o tema em discussão nas Escolas, tirando-o da esfera exclusiva dos Diretores ou dos Conselhos Gerais. E esta talvez seja a questão mais importante.
Mas... O passado, já passou!
E agora?
Mais iniciativas como estas? Ou?
O que nos sugerem? O que devemos fazer agora?
Comentem, por favor!
Vamos ao debate!

A Marcha na Comunicação social II

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Jornal Público (Versão impressa)
Marcha contra a criação de mega-agrupamentos de escolas em Gaia
Manifestantes temem falta de proximidade com alunos, salas de aula demasiado cheias e mais desemprego
Cerca de 150 pessoas manifestaram-se ontem, em Gaia, contra a criação de mega-agrupamentos de escolas no próximo ano lectivo. Professores, pais e alunos reuniram-se, ao início da tarde, junto ao El Corte Inglès e caminharam uma curta distância até à Câmara de Gaia, empunhando cartazes e balões e repetindo frases ditadas a um megafone, como: “Para os bancos vão milhões, para as escolas vão tostões!”