Desespero na Escola Pública
Texto publicado no Jornal Público de 20 de novembro de 2013
A Escola Pública vive uma tensão absolutamente desesperante em torno de uma realidade que nos surge sempre pior que cada um dos nossos maiores pesadelos. Esta realidade, que Daniel Sampaio tem vindo a retratar nas suas crónicas nas páginas do PÚBLICO, mostra-nos uma Escola Pública que é, hoje, um espaço social com dificuldade em responder à sua missão, fundamentalmente, porque não consegue concretizar duas dimensões, distintas, mas essenciais, na instituição Escola: educar e ensinar.
Por economia de tempo e de linguagem vamos assumir a palavra Educação no seu sentido mais popular, na área daquelas coisas que nunca podem passar de moda: estar calado quando a função é ouvir, deixar passar as meninas primeiro, respeitar a experiência de quem leva mais tempo de caminho, o chapéu que fica fora da cabeça, o telemóvel que fica em casa ou desligado na mochila…
Acontece que a Escola não está a conseguir responder a esta exigência soc…
A Escola Pública vive uma tensão absolutamente desesperante em torno de uma realidade que nos surge sempre pior que cada um dos nossos maiores pesadelos. Esta realidade, que Daniel Sampaio tem vindo a retratar nas suas crónicas nas páginas do PÚBLICO, mostra-nos uma Escola Pública que é, hoje, um espaço social com dificuldade em responder à sua missão, fundamentalmente, porque não consegue concretizar duas dimensões, distintas, mas essenciais, na instituição Escola: educar e ensinar.
Por economia de tempo e de linguagem vamos assumir a palavra Educação no seu sentido mais popular, na área daquelas coisas que nunca podem passar de moda: estar calado quando a função é ouvir, deixar passar as meninas primeiro, respeitar a experiência de quem leva mais tempo de caminho, o chapéu que fica fora da cabeça, o telemóvel que fica em casa ou desligado na mochila…
Acontece que a Escola não está a conseguir responder a esta exigência soc…