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Desespero na Escola Pública

Texto publicado no Jornal Público de 20 de novembro de 2013
A Escola Pública vive uma tensão absolutamente desesperante em torno de uma realidade que nos surge sempre pior que cada um dos nossos maiores pesadelos. Esta realidade, que Daniel Sampaio tem vindo a retratar nas suas crónicas nas páginas do PÚBLICO, mostra-nos uma Escola Pública que é, hoje, um espaço social com dificuldade em responder à sua missão, fundamentalmente, porque não consegue concretizar duas dimensões, distintas, mas essenciais, na instituição Escola: educar e ensinar.

Por economia de tempo e de linguagem vamos assumir a palavra Educação no seu sentido mais popular, na área daquelas coisas que nunca podem passar de moda: estar calado quando a função é ouvir, deixar passar as meninas primeiro, respeitar a experiência de quem leva mais tempo de caminho, o chapéu que fica fora da cabeça, o telemóvel que fica em casa ou desligado na mochila…

Acontece que a Escola não está a conseguir responder a esta exigência soc…

Um Professor

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Presidente em Gaia:

Hora de mudar!

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E agora? Comentem, pf!

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A primeira etapa do nosso trabalho está concluída!
A Marcha aconteceu, foi participada por cidadãos de Gaia de quase todas as nossas Comunidades Educativas.
Teve uma participação significativa da Comunicação Social e já conseguimos que a Câmara Municipal, na pessoa do Sr. Vice-Presidente tivesse reagido.
Conseguimos também colocar o tema em discussão nas Escolas, tirando-o da esfera exclusiva dos Diretores ou dos Conselhos Gerais. E esta talvez seja a questão mais importante.
Mas... O passado, já passou!
E agora?
Mais iniciativas como estas? Ou?
O que nos sugerem? O que devemos fazer agora?
Comentem, por favor!
Vamos ao debate!

A Marcha na Comunicação social II

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Jornal Público (Versão impressa)
Marcha contra a criação de mega-agrupamentos de escolas em Gaia
Manifestantes temem falta de proximidade com alunos, salas de aula demasiado cheias e mais desemprego
Cerca de 150 pessoas manifestaram-se ontem, em Gaia, contra a criação de mega-agrupamentos de escolas no próximo ano lectivo. Professores, pais e alunos reuniram-se, ao início da tarde, junto ao El Corte Inglès e caminharam uma curta distância até à Câmara de Gaia, empunhando cartazes e balões e repetindo frases ditadas a um megafone, como: “Para os bancos vão milhões, para as escolas vão tostões!”

A Marcha

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Na Marcha de hoje esteve gente de boa parte dos Agrupamentos de Gaia, quer dos que ficam à margem deste processo, quer dos que estão a ser obrigados a avançar já.
Mais de 300 pessoas, entre professores, pais, alunos, auxiliares, funcionários administrativos, etc...

A concentração foi junto à superfície comercial da Avenida, debaixo de um sol bem acolhedor. Por volta das 16h iniciamos a Marcha até à Câmara, onde chegamos pouco depois. 

Deu logo para perceber que o Presidente não iria receber ninguém - portões fechados. Depois da intervenção dos representantes dos alunos, dos pais e dos professores, fomos recebidos pelo Vereador da oposição, Eduardo Vitor Rodrigues (PS) com quem partilhamos algumas reflexões. Da reunião resultou a possibilidade do tema (MEGA-AGRUPAMENTOS) voltar a ser colocado na agenda da Assembleia Municipal por acção dos Partidos da oposição, nomeadamente pelo PS e pela CDU.

Dever cumprido

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Vi gente de todas as cores.
Vi balões pretos e amarelos.
Vi gente de todos os agrupamentos.
Vi uma alegria em estar! Em ser.Uma alegria em dizer que isto não vai lá com o nosso silêncio.
Vi gente que se atreve a apontar o autismo de uma autarquia que não nos abriu as portas e nos deixou do lado de fora.
Vi sorrisos. Vi FORÇA!
Vi vontade de querer mais!
Isto vai...Porque queremos...